GUIA DE ACTIVISMO:
METODOS NÀO-VIOLENTOS E PREPARATIVOS PARA MANIFESTANTES CONTRA AS INJUSTIÇAS, MÁ GOVERNAÇÃO, CORRUPÇÃO, REPRESSÃO E CONTRA A DITADURA

- Adoptada no contexto angolano-
Como comportar-se e agir perante à repressão e o opressor
Durante o percurso da sua campanha você tem que cuidar da gestão de três tipos de recursos
apresentados tais como - humanos, materiais e tempo - você para implementar coloca
o plano em sentido inverso, mas você também irá prepara-lo para enfrentar as medidas da repressão que o seu adversário não vai deixar de usar.
Os métodos repressivos usados contra
um movimento de oposição são muitas e consistem
principalmente de pressão sobre seus membros e impedir ou
dificultar suas ações para evita-lo de agir de forma eficazr. Propomos, portanto, agora de aprender o máximo
possível para neutralizar a capacidade de seu adversário
para obstruir e controlar sua rede de comunicações interna e externa e, sua influência negativa sobre o moral de suas tropas: Se a moral dos activistas é alcançado e o adversário é capaz de antecipar todas  as ações de sua campanha, o movimento terá pouca chance de aplicação eficaz da sua estrategia não-violenta.
Os métodos repressivos de criar um clima de o medo, é um método frequentemente utilizado. O medo é uma reação que ocorre naturalmente em alguns circunstâncias,
quando o corpo e a mente se sentem ameaçados.
Despertar o medo é, portanto, uma ferramenta eficaz enfraquecer a capacidade de um movimento para agir. Então você vai aprender o que é medo, e como antenuar efeitos adversos através da comunicação e criar um clima de confiança dentro do seu movimento. Portanto, este é assuntos sérios, por isso sempre tenha em mente que não há vergonha em ser colocado na prisão por causa de seu compromisso com a liberdade e a democracia.

 
 

 

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Familiares dos presos políticos voltam a se manifestar

10.10.2011
avo

Luanda –  Os familiares e vizinhos dos  jovens detidos no “caso do 3 de Setembro”, anunciaram nova manifestação/marcha  pacifica a ter lugar no próximo dia 15 de Outubro, no largo da Independência para exigir a libertação incondicional dos seus filhos que foram vitimas da  violência da policia Nacional.
Fonte: Club-k.net

 

Juiz Cristiano André ignora  recurso dos advogados

A indignação dos mesmos é em função do silencio do Juiz - Presidente do Tribunal Supremo,  Cristiano André “em deixar ser  pressionado pelo poder político para não retificar as lacunas do seu colega Juiz Adão Damião que não aceitou  a conversão das penas em multas conforme estipula a legislação em Angola.”

 

De acordo com o programa da marcha, os protagonistas  vão se concentrar pelas 09h00 no cemitério da Santa Ana, rumo ao largo da Independência.   Apelam  entretanto, ao Ministro do Interior Sebastião Martins para que  não volte a  enviar ao local, da marcha, elementos dos Serviços de Inteligência para agredirem jornalistas para depois mostrarem camaras de filmar partidas na TPA fazendo crer que foi acção das mães dos manifestantes, tal como aconteceu a semanas atrás.


De recordar que o  direito a manifestação é previsto na lei constitucional angolana, porem, as autoridades  angolanas reagem com  violência quando as mesmas não são realizadas pelo partido no poder.  Em Setembro, as autoridades deram anuência a uma  manifestação que teve lugar no  dia 3 de Setembro mas que teria ficado manchada com actos de agressão protagonizados por   agentes infiltrados da segurança angolana. estes  violentaram os manifestantes  e agrediram jornalistas partindo as suas camaradas de filmar. Em simultâneo circulou que as autoridades pretendiam matar dois manifestantes  no sentido de causar  pânico.

 
As autoridades foram acusadas de terem forjado um julgamento em que apresentaram os policias como vitima e os agredidos como agressores. Varias organizações dos direitos humanos em Angola e no  exterior  levantaram a voz para criticar  a conduta do governo.

 
O comportamento das autoridades em  reprimir os jovens foi visto como estratégia para desencorajar possíveis actos de manifestação. No sentido de mostrar que os jovens não se manifestam devido aos problemas sócias. O  regime pois a circular informações acusando a UNITA, de estar por detrás dos jovens que realizaram  a manifestação.

 
 
   
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