e outras desgraças que nos atinge direitamente como se fosse herança Angolana, hoje que tornamos homens capazes de assumir nossa responsabilidade de gerrir o nosso país, um pais rico e potencial em termos dos recursos naturais que deviam ser distribuidos por uma população apenas de 16 – 18 Milio, invés de beneficiar apenas a familia do MPLA dos pequenos grupos no poder, decedimos de não legitimarmos mais este pequeno grupo desavindo que criou o regime neocolonial mais pior ainda que o colonialismo puro outrora em Angola.
Se a juventude de hoje não tomar medidas preventivas e alcansarmos a mudança o mais depressa possivel através das manifestões que iniciamos quase em toda parte do pais, então plano (B), temos as Eleições como trunfo final do regime de Zedu em Angola. Desde já vamos intensificar as nossas mobilizações de maça e apela-los de não actualizarem seus cartões eleitorais, enquanto não haver ainda compromisso politico entre o MPLA e a Oposição politica angolana, enquanto ainda amaioria do MPLA no parlamente contunuarem rejeitar a criação de uma comissão eleitoral independente em Angola.
Nós Jovens Angolanos temos conhecimento de que o mandato do MPLA terminará no proximo ano e se não haver compromisso politico sobre as Eleições em 2012, e criar esta comissão eleitoral independente que nós juventude temos exigido para que haja transparente eleitoral e criarmos em Angola, um sistema democratico credivél, o que significa, em Angola não haverá Eleições e, assim que o mandato do MPLA terminar, as exigencias serão uma transição politica, e nesta transição, os jovens angolanos forçaram uma politica nacional e um debate nacional que difinirá o futuro de Angola. Só assim nós os jovens tomaremos iniciativas de nos regitrar-nos e elegermos o primeiro partido que irá governar Angola o que chamaremos de quarta republica em aspecto politico e histórico de Angola.
É preciso acabarmos com mono-partidárismo, sistema único do MPLA e o MPLA eles tem de ser obrigados a ceder pelas exigencias do povo e da juventude ou desaparecer na cena politica como também na história de Angola. Eles devem ter a escolha..., Angola hoje é como se fosse um património pessoal do Sr Jose Eduardo dos Santos, sua familia, amigos e um pequeno circulo do MPLA que pensam ser mais angolanos que os proprios donos da terra. Pôs, nós pensamos de que, o poder politico deve ser exercida atraves das eleições livres e justas onde o povo tenha realmente o privilegio de escolher seus representantes. O Parlamento que temos hoje em Angola, os Deputados em excercicio daquela casa da lei não foram escolhidos nem eleitos pelo povo, mas sim nomeados pelo Presidente, o que nós os jovens não queremos mais pactuar.
O passado de 1975, 1992 e 2008, não se pode mais repetir na nossa história e deixarmos um pequeno grupo continuar dominar a maioria dos angolanos. Soubemos que a repressão é forte e nas prisões as condições são pessimas e as intimidações são constantes, mas meus irmãos, é melhor dormir debaixo de uma ponte como um cidadão livre, de que viver num paìs onde não tenho liberdade de expressão nem de pensamento. E se o nosso direito é apenas de legitimar os gatunos atraves de eleições, então é preciso impedirmos que a mafia se introduza antes, que as eleições sejam realizadas como aconteceu nos anos anteriores. O boícote de não aderrir as actualizações dos cartões eleitorais faz parte da luta pacifica de-não- violencia “a desobediencia civil”, como resposta contra ditadores, que não respeitam a constituição, mas exigem que nós os indiginas o respeite para o privilegio deles. Ora bem nas manifestações observamos o uso de pòs-toxicos e nas escolas publicas, mas não vimos nem sequer uma instituição do estado levantar-se sobre estes actos que ameaçam a defesa de integridade territorial angolana. Nesta ordem a nossa missão é de forçar o regime do MPLA redormar-se a começar respeitar a lei e a constituição nacional.
Meus colegas, o MPLA pensa que eles são os superiores do planeta e eles tem pela mente de que o Angolano é incapaz e a sua natureza é de servir e não no entanto ele tomar o destino de si proprio. Pensaram assim os colonizadores, mas quando foram surprendidos pelos movimentos de libertação, não sabiam o que fazer. Hoje aqueles que dizem ser nosso irmãos também dizem a mesma coisa e nos meteram marratona em todos os bairros para destraír-nos e eles continuarem com o roubo das nossas riquesas. Por isso é preciso intensificarmos o espirito de luta de não violência e continuar com mais manifestações para podermos atingir os objectivos e exterminarmos a pequena burguesia e o neocolonialismo em Angola.
E sejamos preparados para todo tipo de violencia e ataques pessoais como é o caso recente de-o MPLA tratar a UNITA de “sulanos” dentro da casa da lei por não pactuarem com a fraude eleitoral. E como não basta-se, fora e dentro do Parlamento penalizam os senhores Makuta e Kalamata, os nossos colegas presos e condenados arbitrariamente acusado-os publicamente de insitadores e persona-non-grata. Para o regime, pensam de que a maioria da população por serem analfabentos não sabem até os seus desjos basicos e fazem desfazem porque tem o controlo de tudo e todos os angolanos na mão do MPLA.
Luanda, aos 10.10.2011 |